Os artigos originais têm que ser inéditos e não podem estar a ser submetidos para
publicação em outras revistas nacionais. Devem ter no á·ximo 40.000 caracteres
(incluindo espaços, resumos, notas de rodapé, bibliografia, quadros, gráficos e
figuras, o que perfaz cerca de 18 páginas) e podem integrar-se nos Dossiês
Temáticos ou ser publicados na secção "Outros Artigos". Os artigos propostos
para publicação são submetidos a parecer de especialistas das áreas respectivas
em regime de anonimato. A decisão final da publicação é da responsabilidade do
Conselho de Redacção. Cada texto deve iniciar-se com um resumo, em português e
inglês, com um máximo de 1.000 caracteres (10 linhas), seguidos de 3 ou 4
palavras-chave nesses mesmos idiomas.
Promove-se também a publicação de entrevistas a especialistas sobre temas
relevantes no âmbito das Ciências Sociais, bem como recensões críticas de obras
recentemente publicadas no país e no estrangeiro, cujas temáticas sejam
pertinentes no âmbito das Ciências Sociais. Serão também aceites documentos,
notas analíticas e conclusivas resultantes de trabalhos de investigação, e
outros documentos considerados relevantes que não se enquadram no formato
previsto para os artigos. Tais documentos (projectos, materiais sociográficos,
documentos, recensões) deverão observar os seguintes limites de páginas: no caso
de entrevistas, uma a duas páginas; para outros documentos, até cinco páginas.
Os textos devem ser apresentados em páginas A4, a espaço e meio (norma também
válida para a bibliografia), em tipo de letra “Times New Roman”, tamanho 12 com
as margens superior, inferior, esquerda e direita a 2 cm. Os quadros, gráficos e
figuras deverão ser numerados de forma contínua, em numeração árabe, para cada
um dos elementos respectivos (Quadro 1; Gráfico 1; Figura 1).
Adoptamos a norma de citação anglo-saxónica: autor, ano de edição, página. Ex.:
(Elias, 1983: 5). Quando as transcrições ultrapassarem as 5 linhas de texto,
devem vir destacadas do corpo do texto em letra tamanho 11 e margens laterais de 1 cm. As referências
bibliográficas, em que se incluem somente as que surgem no texto e/ou notas, são
apresentadas de forma alfabeticamente ordenada por último nome do primeiro autor
no final do artigo. Deverão obedecer às seguintes regras: o último nome do
primeiro autor, primeiros nomes do primeiro autor; no caso de haver mais do que
um autor, os seus nomes aparecem pela ordem normal, seguido do ano de edição (e
o ano de edição original caso se conheça), o título da obra, a localidade,
editora; os títulos de livros e revistas aparecem em itálico e os títulos dos
textos ou artigos entre aspas. No caso dos autores serem múltiplos, pode
identificar-se o primeiro autor, ou os dois primeiros, seguido de “et al.”. Caso
se conheçam, devem ser assinalados os autores quando organizadores da obra ou
quando responsáveis pela sua edição. Essa informação deve ser colocada entre
parêntesis, logo após os nomes a que dizem respeito: (org.) ou (orgs.), (ed.) ou
(eds.).
Exemplos:
BOLTANSKI, L. e L. Thévenot (1991), De
la justification. Les
économies de la grandeur, Paris,
Éditions Gallimard.
COWAN, P. A. e M. Hetherington
(orgs.) (1991), Family Transitions, Nova Jérsia, Erlbaum.
DODIER, N. (1989), “Le travail
d’accommodation des inspecteurs du travail en matière de sécurité”, in L.
Boltanski e L. Thévenot (eds.), Justesse et justice dans le travail,
Paris, CEE – PUF, pp. 91-114.
DURKHEIM, E. (1960), Le Suicide,
Paris, PUF.
KRIEGER, N.; D. Rowley, et al.
(1993),
“Racism, Sexism, and Social Class: Implications for Studies of Health, Disease
and Well Being”, American Journal of
Preventive Medicine, 9 (3),
pp. 82-122.
REVEL, J. (1986), “Les usages de la
civilité”, in P. Ariès e G. Duby, Histoire de la vie privée, vol.
3, Paris, Seuil.